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sábado, 5 de março de 2011

O Que Realmente Importa

        

Meditação: Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?… (Mateus 16:26)

 Vários anos atrás um amigo meu visitou uma exposição de relíquias da viagem do Titanic, de triste memória. Os visitantes da exposição receberam uma réplica do bilhete de viagem com o nome de um dos passageiros ou de membros da tripulação, que décadas antes, tinham embarcado para a viagem de suas vidas. Após o grupo de turistas andar pela exposição observando jogos de talheres de prata e outras peças de arte, o passeio acabou com uma virada inesquecível.

Num grande quadro estavam os nomes de todos os passageiros, incluindo sua posição social – primeira classe, segunda classe, tripulação. Enquanto meu amigo procurava o nome da pessoa cujo bilhete ele estava segurando, percebeu que havia uma linha no quadro dividindo os nomes. Acima da linha estavam os nomes dos que foram salvos e abaixo da linha os nomes dos que estavam perdidos.

O paralelo com a vida na terra é intenso. Na verdade, é indiferente como o mundo classifica nossa posição social. O único fato que realmente imporá é se você está “salvo” ou “perdido”. Como disse Jesus: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?…” (Mateus 16:26). Talvez você já creu em Jesus Cristo para sua salvação. E os seus companheiros de viagem? Ao invés de avaliá-los por sua aparência exterior, converse com eles sobre o seu destino final.

Pensamento: À luz da eternidade, o que a pessoa crê é bem mais importante do que aquilo que conquista.

FONTE:
Joseph M. Stowell


  

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

QUANDO O HOMEM DE DEUS SE ESFORÇA

“Porém, no sétimo ano, Joiada se esforçou e tomou consigo em aliança os chefes das centenas: Azarias, filho de Jeroão, e Ismael, filho de Joanã, e Azarias, filho de Obede, e Maaseias, filho de Adaías, e Elisafate, filho de Zicri” (2 Crônicas 23.1).

    A passagem que acabamos de ler trata da impiedade que, nos tempos bíblicos, dominava Judá. Aquela região nunca tinha visto nada semelhante. Na verdade, o que acontecia no trono daquele povo era capaz de envergonhar até o mais perverso dos homens.
    Para entendermos quanta maldade imperava, precisamos observar o que aconteceu desde a morte do rei Josafá: Jeorão, seu filho, tão logo assumiu o reino, matou todos os irmãos à espada. Além disso, os filhos desse cruel governante foram mortos por uma confederação de povos, os quais não suportavam mais tanta opressão por parte desse homem. Porém o filho mais novo de Jeorão sobreviveu àquele ataque e começou a reinar, mas, como passou a ser aconselhado por Atalia – sua mãe, a qual era filha do perverso Acabe –, também praticou muita iniquidade e acabou morrendo cedo. Então, ao ver o filho morto, ela mandou matar os próprios netos, para assumir o reino. No entanto, a vida de Joás, um dos netos, foi poupada pelo zelo da mulher do sumo sacerdote Joiada, pois, como o Senhor havia falado, a lâmpada de Davi não se apagaria (1 Reis 11.36).
    Joás, apesar de novo, seria a solução para o povo. Tinha ele a idade de sete anos quando começou a governar, e seu reinado em Jerusalém durou quatro décadas. Enquanto Joiada estava vivo, Joás reinou de forma exemplar, mas, logo que o sacerdote morreu, ele também mostrou a impiedade que havia em seu coração. 
    A passagem que lemos no início desta mensagem fala que Joiada se esforçou. Meu irmão, quando o homem do Senhor se esforça no seu dever, algo grande acontece. O triste é que muitas pessoas de Deus já não Lhe servem como deveriam, pois só pensam em si e no que podem conseguir por mãos próprias, esquecendo-se de que somente os fiéis ao Senhor provam o verdadeiro sucesso.
    Joiada foi fiel em tudo, inclusive não desprezou os chefes das centenas. Esse sacerdote fez uma aliança com eles, mostrando-lhes que respeitava os que eram considerados em menor estima. Da mesma forma, os que estão em liderança devem dar o valor de sua chamada a quem foi colocado para servir seu ao lado. 
    Foi Deus quem colocou aquelas pessoas como chefes, e, hoje, o mesmo se dá com os porteiros, obreiros, levitas, enfim, com os que trabalham na obra do Senhor. Não é certo desprezá-los – sejam eles líderes ou liderados. No passado, a obra divina foi realizada apenas porque houve aliança entre os que foram chamados para executar a vontade do Senhor. 

    Em Cristo, com amor, 

    R. R. Soares
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